quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Todo carnaval tem seu fim

Não me conta, eu não quero saber!
Nunca quis entrar pela porta dos fundos e nem abrir tua geladeira. Não te abri a porta da minha garagem e não te pedi pra me consolar uma dor de amor. Não te abri a guarda pra esse tipo de intimidade!
Quero entrar pela sala, com direito a recepções solenes, cheias de sorrisos e estrelas no olhar. Quero um jantar à luz de velas, e não um chimarrão no meio da tarde. Quero falar de nós e não de como desatar nós.
Quero ser inevitável, inesquecível, inestimável.
Não quero simplesmente ser útil.

Um comentário:

Psiconauta João disse...

Mais uma palavra estraga...