Não me conta, eu não quero saber!
Nunca quis entrar pela porta dos fundos e nem abrir tua geladeira. Não te abri a porta da minha garagem e não te pedi pra me consolar uma dor de amor. Não te abri a guarda pra esse tipo de intimidade!
Quero entrar pela sala, com direito a recepções solenes, cheias de sorrisos e estrelas no olhar. Quero um jantar à luz de velas, e não um chimarrão no meio da tarde. Quero falar de nós e não de como desatar nós.
Quero ser inevitável, inesquecível, inestimável.
Não quero simplesmente ser útil.
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Um comentário:
Mais uma palavra estraga...
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