Quando eu acho que estou aprendendo a interpretar os sinais das pessoas, a vida vem e me dá uma bordoada. E eu caio de novo. E eu levanto de novo. E eu tento de novo.
A cada queda, um novo lugar toca o chão, uma camada se cria e a próxima dói um pouco menos. Pode ser que um dia deixe de doer, pode ser que um dia eu nem caia mais, ou nem levante mais.
Mas por agora, estou cansada de me surpreender com as pessoas. Vou aproveitar essa última queda e rolar um pouco no chão, testar movimentos, descobrir que parte fica intacta. Se é que alguma fica.
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